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Quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Desligue os aparelhos da tomada quando não estiver utilizando-os.

Escrito por Rafael   
Qua, 04 de Agosto de 2010 11:20

 O Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP inaugurou recentemente um posto de coleta de chapas de raios x para a reciclagem, que em menos de um mês arrecadou 340 quilos de filmes radiológicos de pacientes, profissionais e população em geral.

Carlos Suslik, diretor executivo do Instituto Central do HC, alerta que o filme radiológico não deve ser descartado no lixo comum pois contêm prata e acetato em sua composição. Segundo Suslik, com a iniciativa o HC espera conscientizar as pessoas e incentivar o descarte correto do produto.

A reciclagem do material pode ser realizada pelo processo de eletrificação, que possibilita a recuperação do metal, originando prata em “escamas”.

Todo o material arrecadado pelo Instituto Central do HC será doado ao Fundo Social de Solidariedade do Governo do Estado de São Paulo.
O posto de coleta de raios x funciona no Prédio dos Ambulatórios, na avenida Enéas de Carvalho Aguiar, 155, próxima à Estação do Metrô Clínicas, em São Paulo/SP.
Fonte: Fernanda Dalla Costa / Patrícia Guarnieri
 
Escrito por Rafael   
Ter, 03 de Agosto de 2010 11:13

A quantidade de fitoplâncton nos mares tem caído no último século. A queda no conjunto de organismos aquáticos microscópicos com capacidade de fazer fotossíntese foi destacada na edição atual da revista Nature.

Segundo o estudo, a queda é global e ocorreu por todo o século 20. O fitoplâncton forma a base da cadeia alimentar marinha e sustenta diversos conjuntos de espécies, do minúsculo zooplâncton a peixes, aves e grandes mamíferos marinhos.

“O fitoplâncton é o combustível que move o ecossistema marinho e esse declínio afeta tudo o que está acima na cadeia alimentar, incluindo os humanos”, disse Daniel Boyce, da Universidade Dalhousie, no Canadá, principal autor do trabalho.

Boyce e colegas usaram um grande conjunto de dados oceanográficos históricos e atuais em análise que verificou um declínio médio de 1% na quantidade de fitoplâncton nos mares do mundo. A tendência, segundo eles, é particularmente bem documentada no hemisfério Norte, onde a queda foi de 40% com relação aos valores encontrados na década de 1950.