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Quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Desligue os aparelhos da tomada quando não estiver utilizando-os.

Escrito por Rafael   
Ter, 31 de Agosto de 2010 12:34

As usinas eólicas deverão quintuplicar sua capacidade instalada para geração de energia elétrica até 2013. A previsão é do presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Ricardo de Maya Simões. O setor venceu a maioria dos lances dos dois leilões (de energia de reserva e de fontes renováveis) feitos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) esta semana, na capital paulista.

O setor, que hoje tem 744 megawatts (MW) de capacidade instalada, e ainda 1.806 MW em processo de instalação, terá mais 2.047 MW até 2013, resultado dos contratos fechados nos leilões, totalizando 4597 MW.

“Hoje está próximo a mil megawatts [de capacidade instalada]. Ano que vem, será 1.300 MW, 2012 teremos 3,1 mil MW, e em 2013 mais cinco 5 mil MW de capacidade instalada”, disse Simões.

Nos dois dias de pregão, iniciado quarta-feira (25), a energia produzida pelas usinas de bagaço de cana (biomassa) foram comercializadas, em média a R$ 144,20 o megawatt-hora (MWh), a energia eólica – a mais barata – a R$ 130,86, e a das pequenas centrais hidrelétricas (PHC) a R$ 141,93 o MWh.

De toda a energia negociada, as usinas eólicas ficaram com 70% (25% com as de biomassa e 5% com as PCH). Para Simões, o avanço do setor pode ser explicado pelo desempenho da economia brasileira diante de um cenário desaquecido da econômica mundial no pós crise.

“Você tem claramente a economia mundial desaquecida, e o Brasil crescendo a taxas bem interessantes, que faz com que os grandes fabricantes mundiais de máquinas estejam olhando o país como oportunidade da expansão das suas operações. Também vemos que empresariado está entendendo que a descarbonização da economia gera oportunidade de negócios”, afirmou.

(Fonte: Agência Brasil)

 

Três regiões do país (Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste) têm quase a totalidade de seus territórios sob risco crítico de fogo, segundo dados do Inpe (Instituto Nacional de

Pesquisas Espaciais). De acordo com imagens de satélite, os únicos Estados que registram condições classificadas como de risco mínimo são Roraima e Amapá.

Além deles, as maiores áreas sem risco estão no Amazonas, Pará, Rio Grande do Sul, Rondônia e no Nordeste.

O risco de fogo foi desenvolvido pelo Inpe com base na análise da ocorrência de centenas de milhares de queimadas nos principais tipos de vegetação do país durante os últimos anos, em função das condições e históricos meteorológicos na área de cada evento.

Quanto mais dias sem chuva, maior o risco de queima da vegetação, são incluídos no cálculo também o tipo e o ciclo natural de desfolhamento da vegetação, temperatura máxima e umidade relativa mínima do ar, assim como a presença de fogo.