Pesca de golfinhos pinta o mar de vermelho no Japão
Escrito por Rafael
Sex, 03 de Setembro de 2010 10:44
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O Instituto Sea Shepherd divulgou nesta quinta-feira uma imagem que mostra um grupo de pescadores de Taiji, no Japão, pescando golfinhos na costa do país. Chama a atenção o mar que ficou vermelho por causa do sangue dos animais. As informações são da agência EFE.
Segundo a agência, a campanha contra a pesca desses cetáceos, que começa tradicionalmente no dia 1º de setembro, teve menos críticas que em 2009. Os pescadores de Taiji, cidade com cerca de 3,5 mil habitantes, afirmam que a prática é centenária e faz parte da cultura pesqueira - já que a região não é apta ao cultivo do arroz, principal produto da agricultura do país.
A prática de pesca de golfinhos foi tema do documentáio The Cove, vencedor do Oscar. De acordo com a agência AP, o realizador do filme, Ric O'Barry - ex-treinador de golfinhos da série de TV Flipper - foi ao Japão este ano para participar dos protestos e entregou à embaixada dos Estados Unidos uma petição com 1,7 milhões de assinaturas que pede o fim da prática.
Fonte: terra
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Lixo ganha importância econômica como fonte secundária
Escrito por Rafael
Qui, 02 de Setembro de 2010 14:51
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A separação do lixo não traz benefícios apenas ao meio ambiente: a gestão dos resíduos passou a ser importante fonte de matéria-prima para a indústria. No cenário de escassez de recursos naturais, reciclar dá lucro.
O elemento químico índio, indispensável para a fabricação de telas planas e touch screens, é raro na natureza. Especialistas calculam que as reservas do elemento suprirão as necessidades de consumo por apenas mais seis a dez anos.
Também o petróleo, importante para o fornecimento de energia e base da indústria do plástico, deverá se esgotar nas próximas seis ou sete décadas. Outro recurso natural, o cobre, essencial para a fabricação de aparelhos eletrônicos, por exemplo, deverá também se extinguir nos próximos 30 anos.
“Precisamos entender que os recursos naturais são esgotáveis”, lembra Jörg Lacher, da Confederação Alemã de Matérias-Primas Secundárias e Eliminação de Resíduos. Essa realidade de recursos esgotáveis é perceptível no aumento dos preços das matérias-primas, cuja demanda cresce em função do desenvolvimento econômico de países emergentes, como a China e a Índia, por exemplo.
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Usinas eólicas devem quintuplicar a capacidade instalada até 2013
Escrito por Rafael
Ter, 31 de Agosto de 2010 12:34
As usinas eólicas deverão quintuplicar sua capacidade instalada para geração de energia elétrica até 2013. A previsão é do presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Ricardo de Maya Simões. O setor venceu a maioria dos lances dos dois leilões (de energia de reserva e de fontes renováveis) feitos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) esta semana, na capital paulista.
O setor, que hoje tem 744 megawatts (MW) de capacidade instalada, e ainda 1.806 MW em processo de instalação, terá mais 2.047 MW até 2013, resultado dos contratos fechados nos leilões, totalizando 4597 MW.
“Hoje está próximo a mil megawatts [de capacidade instalada]. Ano que vem, será 1.300 MW, 2012 teremos 3,1 mil MW, e em 2013 mais cinco 5 mil MW de capacidade instalada”, disse Simões.
Nos dois dias de pregão, iniciado quarta-feira (25), a energia produzida pelas usinas de bagaço de cana (biomassa) foram comercializadas, em média a R$ 144,20 o megawatt-hora (MWh), a energia eólica – a mais barata – a R$ 130,86, e a das pequenas centrais hidrelétricas (PHC) a R$ 141,93 o MWh.
De toda a energia negociada, as usinas eólicas ficaram com 70% (25% com as de biomassa e 5% com as PCH). Para Simões, o avanço do setor pode ser explicado pelo desempenho da economia brasileira diante de um cenário desaquecido da econômica mundial no pós crise.
“Você tem claramente a economia mundial desaquecida, e o Brasil crescendo a taxas bem interessantes, que faz com que os grandes fabricantes mundiais de máquinas estejam olhando o país como oportunidade da expansão das suas operações. Também vemos que empresariado está entendendo que a descarbonização da economia gera oportunidade de negócios”, afirmou.
(Fonte: Agência Brasil)
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Três regiões do país têm risco crítico de fogo; Inpe registra mil queimadas em 24 horas
Escrito por Rafael
Seg, 30 de Agosto de 2010 11:19
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Três regiões do país (Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste) têm quase a totalidade de seus territórios sob risco crítico de fogo, segundo dados do Inpe (Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais). De acordo com imagens de satélite, os únicos Estados que registram condições classificadas como de risco mínimo são Roraima e Amapá.
Além deles, as maiores áreas sem risco estão no Amazonas, Pará, Rio Grande do Sul, Rondônia e no Nordeste.
O risco de fogo foi desenvolvido pelo Inpe com base na análise da ocorrência de centenas de milhares de queimadas nos principais tipos de vegetação do país durante os últimos anos, em função das condições e históricos meteorológicos na área de cada evento.
Quanto mais dias sem chuva, maior o risco de queima da vegetação, são incluídos no cálculo também o tipo e o ciclo natural de desfolhamento da vegetação, temperatura máxima e umidade relativa mínima do ar, assim como a presença de fogo.
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