Empresa ao lado de um rio saindo fumaça ao entardecer
Sustentabilidade

A importância da água na atividade empresarial

Toda empresa necessita do uso da água em suas operações, sejam microempresas ou grandes corporações. A água na atividade empresarial é um dos insumos mais importantes e, mesmo sendo praticamente imprescindível, muitas instituições não a valorizam.

Seja captada em fontes hídricas superficiais, tais como áreas úmidas, rios, lagos e oceanos, retirada em fontes subterrâneas ou, até mesmo, derivando de redes públicas de distribuição, a compreensão dos impactos que sua empresa causa às fontes hídricas é muito importante.

Essa consciência tende a assegurar a longevidade de seus negócios, bem como, a preservação deste escasso recurso para esta e as futuras gerações.

Uma das preocupações que sua empresa deve possuir como estratégia de desenvolvimento é a vida útil das fontes hídricas das quais se capta, além do impacto que esta captação causa não só à fonte, mas também, à biodiversidade e às populações humanas que dela dependem.

Outro ponto de atenção deve ser com a forma que sua empresa se relaciona com a manutenção e a preservação dessas fontes, através de projetos e programas de recuperação de matas ciliares, de áreas de nascentes, de restingas, entre outros. Tudo isso, para que o uso destas águas esteja em harmonia com a própria existência das fontes hídricas.

Seu negócio possui barragens (operações de dragagem) para uso do recurso hídrico na atividade empresarial? Se sim, você já se perguntou se esta ação antrópica afeta o meio ambiente direta e indiretamente?

Captação de água na atividade empresarial

Lagoa com árvores ao redor e céu com nuvens

A captação desse recurso, muitas vezes, afeta comunidades indígenas, ribeirinhas e de pescadores, que tem da água sua fonte de subsistência. Os impactos causados pela sua empresa como, por exemplo, com o esgotamento, podem colocar tais comunidades em risco.

Para as águas subterrâneas a captação deve ser feita em conformidade com a legislação vigente e através de licenças pertinentes. A implantação deve levar em consideração, não apenas sua qualidade, mas também sua capacidade de atendimento da mesma fonte a outros usos localizados próximos à empresa tais como, por exemplo, comunidades.

Em alguns estados – como em Santa Catarina – a captação e o armazenamento de águas, oriundas de chuva, já é obrigação legal para empresas em novo processo de licenciamento e/ou renovação de licença ambiental, tornando compulsória esta iniciativa.

Essa medida busca, de forma obrigatória, criar conscientização quanto à importância da autossuficiência, mesmo que simbólica, da água na atividade empresarial.

Se, por outro lado, sua empresa recebe efluentes de outra organização para tratamento e destinação, a atenção deve ser ainda maior, haja vista a grande responsabilidade pelos níveis e parâmetros de descarte deste efluente tratado aos corpos hídricos.

Por fim, deve-se ter em mente que companhias públicas de abastecimento de água podem passar por crises, tal como ocorreu recentemente com a crise hídrica em São Paulo, que forçou diversas empresas a repensarem inclusive sua permanência no estado por insuficiência.

Algumas tomadas de ação são muito simples, como controlar a retirada de água por meio da coleta e armazenamento de água pluvial, processos de reuso de água em ciclo fechado e a reciclagem para uso secundário (sanitários, lavação e irrigação).

Inúmeras práticas podem ser aplicadas em sua empresa e, assim, transformá-la em um negócio resiliente e preparado para tratar deste importante tema com responsabilidade e visão sustentável.

A Biovita pode auxiliar sua empresa a estabelecer e implementar estratégias voltadas ao uso sustentável de água, para comunicar estas boas práticas aos seus stakeholders.

Agende uma conversa com a gente!

Benyamin Fard Benyamin Fard
CEO da Biovita.
Iraniano radicado no Brasil, é empreendedor serial e representante do Stanford Research Institute no Brasil. Graduado em Engenharia Elétrica, com MBA Internacional em Gestão Ambiental (UFPR) e Mestrando em Engenharia e Gestão do Conhecimento (UFSC).

Acredita que a resiliência organizacional é resultado da inovação sustentável, razão que o faz entusiasta por estes temas em todas as suas formas, e em especial quando lideradas por empreendedores através de suas startups.

É músico autodidata apaixonado por rock progressivo, ávido pesquisador de temas ligados à filosofia, história e quântica. É também esposo e pai de dois filhos.