Barragem com água caindo
Sustentabilidade

5 desafios para aplicar um bom programa de captação de água na sua empresa

Nem sempre é fácil convencer os gestores a aceitarem a implantação de boas práticas para gestão e captação de água nas empresas, especialmente em função da água ser um insumo relativamente abundante e barato em quase todo o Brasil.

A adoção de estratégias neste sentido é essencial para uma boa gestão e evolução da empresa, por isso, vamos dar algumas dicas que podem lhe auxiliar nesta jornada.

Avalie o método atual de captação de água na sua empresa

Tenha clareza técnica dos impactos (positivos e negativos) dos atuais métodos de captação de água que sua empresa adota, sua longevidade, resiliência, além dos custos fixos e variáveis destes sistemas.

Caso você identifique oportunidades de melhoria que estejam embasadas na mudança dos impactos negativos para positivos, na possibilidade de aumentar a longevidade ou de reduzir os custos a longo prazo, pode-se assumir que você possui um “ticket” para aprovação e início de uma transformação na gestão hídrica da empresa.

Construa um plano de ação

Pessoas trabalhando no computador e apontando para tablet

Indique de que forma as melhorias propostas podem afetar positivamente a empresa, suas finanças e sua reputação, embasado em indicadores alicerçados no tripé da sustentabilidade.

Para que sua proposta ganhe força é essencial evidenciar o custo e o retorno de cada medida para a empresa, apresentando estimativas do potencial de economia dos recursos trazidos.

Lembrando que quanto maior for a economia gerada pelo novo plano e menor for o impacto no fluxo de caixa, maior será a probabilidade de convencimento e apoio às medidas propostas.

Engaje líderes e tomadores de decisão

Após construir o plano, baseado em critérios técnicos e econômicos, o próximo – e possivelmente o mais importante – passo, é engajar líderes e tomadores de decisão dentro da empresa a respeito da relevância do tema.

Eles são importantes para endossar o plano e, também, para que as autorizações internas sejam concedidas. Além disso, eles assegurarão que todos os esforços institucionais, financeiros e técnicos não prejudiquem a execução das metas, tampouco tragam atrasos ao cronograma.

Também é interessante estar atento a possíveis conflitos entre áreas da empresa, sendo imprescindível agir rapidamente para que o plano possa prosseguir.

Faça uma boa comunicação sobre o plano de ação aos colaboradores

Comunicar corretamente o plano de ação aos colaboradores da empresa também é muito importante para evitar resistências internas na empresa. Mas, não basta comunicar, deve-se adaptar a linguagem de comunicação de acordo com o grau de instrução e cargo do colaborador da empresa, a fim de garantir o sucesso do plano de ação.

A comunicação deve também ser feita explanando detalhadamente o plano e todo seu processo, sem assumir que qualquer informação seja de conhecimento de todos. Isso vai possibilitar o esclarecimento de dúvidas e a exposição de sugestões e críticas que surjam, a fim de proporcionar a sensação de pertencimento através da participação. Afinal, os colaboradores são os que melhor conhecem os processos produtivos da empresa.

Execução é tudo

Para que o bom plano tenha uma execução vitoriosa será necessário dividir em ações menores, com cronograma executável e bons profissionais envolvidos, que garantam os resultados projetados e apresentados aos gestores da empresa.

Saber definir as etapas, os processos de execução e escolher bons parceiros é tudo o que você precisa para – literalmente – não deixar tudo ir por água abaixo.

A Biovita pode auxiliar sua empresa na implementação do programa de captação de água na sua empresa. Conheça mais sobre nossas soluções e agende uma visita.

Benyamin Fard Benyamin Fard
CEO da Biovita.
Iraniano radicado no Brasil, é empreendedor serial e representante do Stanford Research Institute no Brasil. Graduado em Engenharia Elétrica, com MBA Internacional em Gestão Ambiental (UFPR) e Mestrando em Engenharia e Gestão do Conhecimento (UFSC).

Acredita que a resiliência organizacional é resultado da inovação sustentável, razão que o faz entusiasta por estes temas em todas as suas formas, e em especial quando lideradas por empreendedores através de suas startups.

É músico autodidata apaixonado por rock progressivo, ávido pesquisador de temas ligados à filosofia, história e quântica. É também esposo e pai de dois filhos.